
Não faltou motivo para os gremistas comemorarem neste domingo (8). Dentro do Beira-Rio, o Grêmio empatou com o Inter e conquistou o Gauchão pela 44ª vez em sua história.
Assim como os torcedores — 2 mil no estádio e outros milhões espalhados pelo mundo — os jogadores também festejaram muito após o apito final. A comemoração não deve parar neste domingo.
Além da manifestação de Luís Castro, o coordenador técnico Felipão também fez elogios ao time gremista e projetou um bom ano para a equipe, que ainda terá Brasileirão, Copa do Brasil e Copa Sul-Americana para disputar.
Entre os jogadores, Arthur, Kannemann, Gustavo Martins, Tetê e Marlon também conversaram com a equipe da Rádio Gaúcha depois da partida. Confira as falas abaixo:
Arthur
— Ninguém ganha nada sozinho, a gente construiu um grupo muito forte. Todos são vitoriosos e merecedores desse título.
— Isso (renovação com o Grêmio) não depende muito da gente. Todo mundo sabe da vontade que eu tenho de continuar no Grêmio, mas isso é papo para outra hora. O que a gente pode fazer, estamos tentando fazer.
Kannemann
— Eu sempre ajudo o clube, às vezes dentro do gramado, às vezes fora. Estou preparado para quando precisarem. Faz 10 anos que estou aqui, se eu não pensar no Grêmio, quem vai pensar?
Gustavo Martins
— Eu e o Viery somos jogadores da base, a gente tem identificação com o clube, sabe o tamanho, que o clube entra em todas as competições para ganhar.
— Quem diria que o momento da minha sequência seria em uma final, nos jogos que são tão difíceis. Então, eu só tenho a agradecer. E que eu possa estar sempre contribuindo para quando tiver oportunidade, quando tiver sequência, eu agarrar da melhor forma.
Tetê
— Primeiro título com a camisa do Grêmio. Tenho certeza que esse será o primeiro de muitos pra todos nós.
— Estou muito feliz de estar no Grêmio, de retornar à minha casa, onde fui muito feliz. Eu devo muito ao Grêmio, e todo mundo sabe do esforço que fiz para estar aqui hoje, porque o Grêmio é maior, o Grêmio é grande.
Marlon
— Esse título coroou o nosso início de trabalho, há muita coisa para acontecer ainda. O Grêmio não é o melhor time do mundo porque ganhou o Gauchão, e o nosso rival não é o pior porque perdeu. A gente tem que ter ciência disso também, terá um longo ano pela frente.
— Quando acabou, eu só queria abraçar o Kannemann, porque eu vi ele ganhar títulos várias vezes e eu estava do lado dele. Esse tipo de gente que está acostumado a vencer nos inspira muito e traz energias boas também.
Carlos Vinícius
— Era para matar, era para guerrear. Aquilo que o senhor me deu, que foi o dom de jogar futebol, a minha guerra aqui é dentro do campo. O senhor me preparou para esse tipo de guerra. Aqui dentro do campo, nós vamos lutar como guerreiros. Obviamente que a gente sabe dos nossos princípios. Mas como eu sempre falo. Eu não sou besta, eu sei do homem de família que eu sou. Sei o profissional que eu sou. E não é qualquer um dentro do campo que vai bater nos meus princípios.