
Não espere de Luís Castro respostas vazias, daquelas que apenas preenchem espaços. Filho da escola portuguesa de treinadores, gosta de explicar os fundamentos de suas decisões. O que não o impede de despejar algumas frases de efeito.
Durante a campanha do título gaúcho, Castro trouxe algumas pérolas ao responder questionamentos da imprensa. Zero Hora fez um compilado dos melhores momentos do treinador no microfone.
São frases que vão da admissão do favoritismo, passam pela negação de ser maluco e sobre a projeção do futuro gremista. Confira:
Não ligo para quem é favorito e quem não é. Não me debruço e não emito opinião sobre quem é favorito. Para mim, sou sempre o favorito porque a minha paixão é grande pelo jogo.
Cada jogo é um jogo. Não adianta remoer o passado. Ele serve para tirar lições. Fizemos a análise de cabeça fria e já não serve mais. Derrota que machuca. Olhar sempre o próximo jogo.
Às vezes, as pessoas podem pensar que eu sou maluco, mas não sou. Tenho 30 anos de treinador. Não sou doido. Às vezes, há questões em que parece que eu sou maluco. Mas não sou, amigos. Eu penso. Penso como vocês pensam.
Não adianta remoer o passado. Ele serve para tirar lições. Fizemos a análise de cabeça fria e já não serve mais. Derrota que machuca. Olhar sempre o próximo jogo.
Eu quero que o Kannemann esteja sempre junto da equipe. Quero que ele seja um símbolo para todos nós. Um jogador que é um exemplo da forma como trabalha, como se dedica.
Eu tenho muita confiança naquilo que todos estão a fazer dentro do Grêmio. Vejo um futuro risonho.
O Pavon tem características muito especiais. É um jogador que desempenha com todo o empenho, com toda dedicação, com uma ambição enorme, qualquer missão que nós entreguemos a ele.
Quando se monta um clima de muita energia positiva, nós rendemos mais. Quando você tem um bom ambiente na volta, você passa a ter até mais vontade de trabalhar e de retribuir esse carinho todo
O momento defensivo é tão importante como o momento ofensivo, embora não seja tão vistoso. A arte de atacar é uma arte bonita, mas a arte de defender também é muito bonita.
Hoje o futebol é feito muito pelos corredores. Mesmo times que trabalham com mais posse, como Barcelona e Manchester City, utilizam jogadores pelas pontas. São jogadores que eu aprecio sempre na minha equipe.
O treinador é o líder. Tem jogadores dentro do grupo que são líderes também. É fundamental a hierarquia. Nas equipes são assim. No dia que eu não tiver o domínio do grupo, não estarei no futebol.



