
Após um primeiro tempo sem gols na Arena, o Grêmio voltou com tudo do intervalo, jogou bem, fez dois gols com defensores inspirados e bateu o Atlético-MG por 2 a 1, conhecendo a sua segunda vitória no Brasileirão.
Os responsáveis por balançar as redes na noite de quarta-feira (25) foram Noriega e Marlon, para o Tricolor, e Victor Hugo, para o Galo, que teve um jogador a menos desde os 16 minutos da primeira etapa.
O triunfo que pouco mais de 15 mil torcedores viram na Arena faz o Grêmio subir posições na tabela. No momento, a equipe ocupa o oitavo lugar, com seis pontos, mesmo com a rodada ainda em andamento. O Atlético-MG, por sua vez, permanece com apenas dois pontos e aparece na 16ª colocação, uma acima da zona de rebaixamento, superando o Inter pelo saldo de gols.
Com um segundo tempo onde a postura determinou quem ficaria com a vitória, a equipe de Luís Castro aproveitou a vantagem numérica e contou a as grandes atuações dos seus jogadores.
Zero Hora destaca três motivos que levaram à vitória tricolor. Confira abaixo.
Expulsão de jogador
O Atlético-MG perdeu o lateral Natanael ainda aos 16 minutos do primeiro tempo, após revisão do VAR, deixando o time mineiro com um jogador a menos.
Isso alterou completamente a dinâmica do jogo: o Galo recuou, perdeu profundidade ofensiva e passou a sofrer maior pressão gremista. A vantagem numérica permitiu ao Grêmio controlar a posse e ocupar mais o campo ofensivo.
Noite inspirada de jogadores
A dupla foi decisiva. Erick Noriega abriu o placar de cabeça após cobrança de escanteio, confirmando sua importância no meio-campo e presença na bola aérea.
Marlon, além de dar a assistência no primeiro gol, marcou um golaço no segundo tempo — um chute preciso no ângulo — sacramentando o 2 a 1. Eles foram os principais nomes da equipe de Luís Castro na partida, influenciando diretamente o resultado.
Postura das equipes
Com um jogador a menos e sentindo o golpe da expulsão, o Galo adotou postura mais defensiva e deixou de jogar. Encontrou dificuldades para manter a posse, bloquear o ímpeto gremista e reagir após sofrer os gols. O Tricolor, por sua vez, aproveitou o cenário: manteve intensidade, pressionou no início do segundo tempo, criou mais chances e dominou a posse de bola — chegando a mais de 60% em alguns recortes da partida. Essa diferença de postura acabou pesando, especialmente na etapa final.
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