
Após definir a chegada de Luís Castro, o Grêmio mira a reestruturação do elenco para 2026. Há um impasse em relação aos goleiros. Volpi pode sair do clube, e Grando tem impasse sobre renovação contratual. A falta de perspectiva de titularidade, além de interesse de outras equipes, travam avanços no acordo.
O Tricolor chegou a esboçar, tanto com a antiga quanto com a nova direção, propostas ao estafe do jogador para renovar o vínculo. O atual tem duração até setembro de 2026. A partir de março, o atleta pode assinar um pré-contrato com outro time.
O principal empecilho é a falta perspectiva de utilização. O goleiro pretende ter sequência, já que tem 25 anos. O novo departamento de futebol almeja liberar Volpi, já que negocia com Weverton, do Palmeiras, de 37 anos. A leitura é de que, se a operação for concluída, Grando seguiria como alternativa.
Nas últimas semanas, o vice-presidente de futebol, Antonio Dutra Junior, manteve contato com o agente Maickel Portela, que gerencia o goleiro, para tentar chegar a uma solução. No entanto, a negociação pouco avançou.
Além disso, Grando desperta o interesse de equipes do Brasil e do exterior. O passaporte italiano facilitaria a transferência para a Europa. Nos últimos dias, um rival procurou o Grêmio para saber condições para uma investida.
Luís Castro prefere goleiros que joguem bem com os pés, e traz dois preparadores específico da posição. Mateus Famer, recontratado neste ano, deve ser bancado pelo clube para 2026, mesmo com a chegada de outros profissionais.





