
Uma das prioridades do novo CEO do Grêmio, Alex Leitão, é realizar o pagamento de 150 mil dólares (cerca de R$ 920 mil) ao River Plate, do Uruguai, para que seja derrubado o transfer ban aplicado pela Fifa em razão da transferência de Arezo ao Peñarol-URU. Para isso, a venda de Alysson será fundamental.
O jovem atacante gremista está sendo negociado com o Aston Villa, da Inglaterra, por 10 milhões de euros (R$ 63 milhões), mais variáveis que podem alcançar a marca de 12,5 milhões de euros (R$ 79,8 milhões). O Grêmio fica com 90% deste montante — valor que será decisivo para a quitação do débito com os uruguaios.
— O foco total é no fluxo de caixa. E isso vai nos dar a possibilidade de priorizar algumas dívidas de curto prazo que possam machucar o clube. Eu diria que a gente está no coma e para entrar em uma situação de respirar por aparelhos, enfim, alguma coisa um pouquinho mais saudável, isso demora um pouquinho — disse o CEO Alex Leitão.
O River Plate detém 50% dos direitos econômicos do atacante. Na metade deste ano, o Grêmio negociou o empréstimo de Arezo ao Peñarol, mas não repassou o percentual previsto em contrato. O valor total da transação gira em torno de 300 mil dólares.
Enquanto não quitar essa dívida junto ao clube uruguaio, o Tricolor ficará impedido de registrar novos jogadores. A expectativa, no entanto, é de que o problema seja solucionado nos próximos dias.
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