
O Fortaleza não concordou com a atuação da arbitragem no empate em 2 a 2 com o Grêmio, no último domingo (9), no Castelão. Por meio de nota oficial, o Leão manifestou-se na manhã desta segunda-feira (10).
O time cearense reclama que o zagueiro Walter Kannemann, do Grêmio, tinha de ter sido expulso no segundo tempo. De acordo com o Fortaleza, ele "desferiu um forte golpe no rosto do atleta Gaston Ávila, dentro da área, de forma claríssima".
Segundo a interpretação do Leão do Pici, além do cartão vermelho, o árbitro goiano Jefferson Ferreira de Moraes também deveria ter assinalado penalidade máxima no lance: "pênalti indiscutível, conforme interpretação vigente das regras do futebol".
Ao longo da partida, o árbitro apresentou oito cartões amarelos e um vermelho. A expulsão foi de Matheus Pereira, nos acréscimos do segundo tempo, por falta em Cristaldo.
Veja a nota oficial na íntegra
O Fortaleza Esporte Clube vem a público manifestar sua profunda indignação diante de um lance ocorrido na partida do último domingo (9), contra a equipe do Grêmio.
No segundo tempo, após cobrança de escanteio, o zagueiro Kannemann, do Grêmio, desferiu um forte golpe no rosto do atleta Gaston Ávila, dentro da área, de forma claríssima. A infração gravíssima, flagrada pelas imagens e câmeras, configura-se como pênalti indiscutível, conforme interpretação vigente das regras do futebol, e requereria a consequente expulsão do defensor gremista.
Causa perplexidade o fato de o VAR sequer ter chamado o árbitro de campo para revisão do lance. Tal omissão compromete e interfere diretamente no resultado da partida, prejudicando o Fortaleza Esporte Clube.
Nesta segunda-feira (10), o Clube levará o caso à reunião do GT da Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), exigindo esclarecimentos formais e providências cabíveis.
Marcelo Cunha da Paz, CEO do Fortaleza EC SAF
Fortaleza, 10 de novembro de 2025




