
A direção do Grêmio garante que o vestiário está blindado em relação à eleição de 8 de novembro. Segundo o vice de futebol Alexandre Rossato, o clube faz um trabalho interno para que as declarações e movimentações políticas entre os candidatos a presidência Odorico Roman e Paulo Caleffi não entrem no ambiente do grupo de jogadores.
— Evitar que esse assunto (eleição) chegue dentro do departamento de futebol é uma missão nossa, em especial minha e do Guto (Peixoto, diretor de futebol), que somos da parte política. É nossa missão fechar esse ambiente, inclusive com o presidente. E a gente conseguiu — declarou Rossato na concentração tricolor em Guarulhos, antes da partida deste domingo (2), contra o Corinthians.
Na visão do dirigente, os últimos resultados mostram que a política não está entrando no vestiário.
— Não se fala disso. Os trabalhos seguem normalmente, tanto que o Grêmio vem evoluindo na questão tática e esportiva. Isso não afetou e não vai afetar o futebol — completou.
Rossato falou que, após a eleição do dia 8 de novembro, será formado um gabinete de transição e garantiu que o processo será tranquilo, mesmo que Odorico Roman tenha sido oposição ao atual presidente Alberto Guerra na última eleição e que Paulo Caleffi notoriamente não tenha uma boa relação com a atual gestão, tendo sido demitido do cargo de vice de futebol em 2023.
— São opositores políticos, mas não tenho a menor dúvida de que tanto o presidente Guerra quanto qualquer um dos dois candidatos querem o melhor para o clube. Na verdade, todos querem a mesma coisa. Todo mundo é gremista o suficiente para fazer essa transição de uma forma muito tranquila — finalizou.
Blindado e alheio às movimentações eleitorais, o time do técnico Mano Menezes busca uma vitória neste domingo (2), às 16h, contra o Corinthians, em São Paulo.
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