
O Grêmio foi goleado por 4 a 1 para o Cruzeiro neste domingo (13), pela 13ª rodada do Brasileirão.
Apesar de, em tese, não ter interferido diretamente no placar, a arbitragem comandada por Lucas Paulo Torezin (PR) foi criticada pela torcida gremista, que reclamou de pênalti no final do jogo. O VAR foi acionado duas vezes, apesar de o juiz não ter ido ao monitor.
Primeira intervenção do VAR
O segundo gol dos donos da casa, marcado por Villalba, aos 37 minutos do primeiro tempo foi anulado dentro de campo. Porém, na revisão do VAR, comandado por Thiago Duarte Peixoto (SP), o entendimento foi de que o lance era legal.
Na opinião de Saimon Bianchini, analista de arbitragem de ZH, a decisão foi correta:
— Eu fiquei com a sensação de gol legal. O braço, no máximo, está adiantado. E o braço não é considerado para impedimento, porque não pode ser marcado gol de braço.
Segunda intervenção do VAR
Aos 39 minutos da etapa final, quando o placar já estava 4 a 1, os jogadores do Grêmio pediram pênalti. Dentro da área, Aravena evitou que a bola saísse pela linha de fundo e tentou cruzar: a bola bateu no braço de Kaiki.
Após análise do VAR, o juiz justificou que o jogador do Cruzeiro estava recolhendo o braço e, por isso, não foi pênalti. O analista Saimon Bianchini, por sua vez, descordou da marcação:
— É um movimento natural, mas ele assume a condição quando ele coloca o braço mais a frente para o lado. Ele recolhe e, mesmo assim, eu vejo a intenção do jogador anteriormente na posição que não era necessária.
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