
Alberto Guerra observará a comissão técnica do Grêmio com lente de aumento. Oferecerá 20 dias ao técnico Roger Machado ou seis rodadas do Brasileirão: Corinthians, Flamengo, Atlético-MG, Coritiba, Palmeiras e Ponte Preta.
O dirigente está de olho dobrado no preparo físico dos atletas e no treinamento dos goleiros, especialmente depois das últimas falhas de Marcelo Grohe.
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Guerra poderia ter trocado de treinador ao assumir na tarde desta terça-feira. Começar do zero, iniciar a gestão sem depender das antigas escolhas de Rui Costa, o executivo que deixou o posto na semana passada. Seguiu os conselhos do presidente Romildo Bolzan Júnior. Manteve Roger. Promete esperar.
Guerra entende que os jogos inicias do Brasileirão podem adiantar o comportamento do time na sequência da competição. Quem começa mal, é quase certo, não alcança o título, não se aproxima da taça de campeão.
Roger está nas mãos dos atletas. Não receberá reforços logo. Será salvo (ou não) pelo seu grupo, entre jovens e experientes, os que treina desde 2015.
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