
Uma das grandes líderes da nova geração da Seleção Brasileira podia ter optado por vestir outra camisa. Natural de Nova Jersey, nos Estados Unidos, Angelina escolheu a Canarinho. Filha de brasileiros, cresceu e construiu sua carreira no país do futebol. E todo esse processo fez com que tomasse sua decisão.
Ainda com quatro anos, a volante mudou-se para o Rio de Janeiro, onde começou a prática do futebol numa escolinha com meninos. Foi se desenvolvendo e, aos 12, passou em um teste para integrar as categorias de base do Vasco. Depois, ainda jogou pelo Santos antes de tornar-se profissional.
Durante todo esse período, também passou pela formação como atleta da Seleção. Foram duas Copas do Mundo no currículo quando guria: a sub-17, em 2015, e a sub-20, em 2018. Viver essas experiências foi crucial para que Angelina escolhesse o Brasil.
— Eu tinha 14 anos na minha primeira convocação. Quando vesti a camisa, não consegui resistir — disse a jogadora, em entrevista ao ge.globo, em 2021.
A partir de então, começou a ganhar sequência (e destaque) no cenário do futebol feminino nacional. Ainda defendeu o Palmeiras e, depois, acertou com o Seattle Reign, nos Estados Unidos, e atualmente joga junto com Marta no Orlando Pride, também no país norte-americano.
As vivências no futebol fizeram com que se tornasse uma líder na atual Seleção Brasileira e herdasse a tradicional camisa 8, que foi de Formiga. Agora, com talento e experiência, Angelina será uma das peças à disposição de Arthur Elias para o segundo amistoso diante dos Estados Unidos. A partida ocorre nesta terça-feira (9), às 21h30min, na Arena Castelão, em Fortaleza.




