
O Brasileirão Feminino de 2026 se inicia na próxima quinta-feira (12), com 18 times participantes. Grêmio, Inter e Juventude serão os representantes do RS na competição nacional.
O Colorado será o único a estrear como mandante. Na segunda-feira (16), às 20h, recebe o São Paulo no Sesc Protásio Alves, em Porto Alegre.
Enquanto o Tricolor também joga na segunda, mas às 19h, diante do Santos, na Vila Belmiro. Já o Alviverde enfrenta o Botafogo, no sábado (14), às 16h, no Nilton Santos.
Antes de a bola rolar, ZH destaca as principais informações do Brasileirão Feminino. Confira abaixo.
Fórmula de disputa
Serão 18 times na disputa. Na fase inicial, as equipes se enfrentam em turno único e, ao final das 17 rodadas, os oito melhores se classificam aos mata-matas. Quartas, semis e final ocorrem em jogos de ida e volta e, em caso de empate, o classificado se define nos pênaltis.
Os dois piores times serão rebaixados à Série A-2. Será a última edição com essa determinação. Em 2027, serão quatro equipes passando pelo descenso.
Transmissão
A CBF assegurou, em novembro do ano passado, que todas as partidas do Brasileirão terão transmissão em 2026. Globo, Sportv e TV Brasil, N Sports e GE TV serão os canais responsáveis.
Premiação
A cota para os 18 times participantes será de R$ 720 mil. O campeão levará mais R$ 2 milhões, enquanto o vice ficará com mais R$ 1 milhão.
Vagas em disputa
O time campeão se classificará para a disputa da Supercopa Feminina de 2027. O torneio ocorre em jogo único e coloca frente a frente os vencedores de Brasileirão e Copa do Brasil na edição 2026.
A Série A-1 também dá duas vagas à Libertadores. O campeão e o vice se garantem na edição de 2027 do torneio sul-americano.
Inscrição de atletas
Os clubes podem inscrever atletas até o dia 27 de agosto — ou seja, até o encerramento da fase classificatória. Há um limite de 50 jogadoras por time.
As atletas só poderão ser inscritas por outro clube se tiverem disputado, no máximo, cinco partidas por outro time. Além disso, elas só podem defender duas camisas ao longo da competição.
Por fim, cada clube só pode inscrever cinco atletas que já tenham atuado por outros clubes no decorrer na Série A-1.

