
O Juventude não tem missão fácil na final do Gauchão Feminino. Após perder a ida por 3 a 0, o Alviverde tem de triunfar por no mínimo três gols de diferença para forçar uma decisão nos pênaltis diante do Grêmio.
A tarefa ingrata já foi cumprida por outro time feminino em 2025. Nas semifinais do Mineiro, o América-MG havia perdido a primeira partida por 4 a 0 para o Atlético-MG. Mesmo assim, acreditou no avanço e buscou a reversão.
O segundo jogo terminou com vitória das Spartanas, por 4 a 0, e decisão nos pênaltis. Confiante após reverter um placar elástico, o América-MG também triunfou nos pênaltis, por 3 a 1, e chegou à final do Mineiro.
Agora, o Juventude tem no Coelho um exemplo a seguir para vislumbrar o título gaúcho.
— O resultado foi adverso, de fato, não tem como negar. Mas a gente ainda tem um jogo, 90 minutos, e podemos buscar o resultado. Não é impossível. Não existe o impossível. Tanto que o América-MG mostrou isso. Tinha um resultado ainda pior que o nosso, eram quatro gols de diferença, e eles buscaram o resultado — afirmou a volante Dani Venturini, após o jogo.
Os últimos 90 minutos ocorrem no próximo domingo (23), às 10h, na Arena do Grêmio. Para conquistar o tetracampeonato gaúcho no tempo normal, o Juventude tem de vencer por quatro ou mais gols de diferença.




