
A Seleção Brasileira confirmou o favoritismo e foi campeã invicta da Copa América Feminina. O título sobre a Colômbia foi o nono em dez edições da competição sul-americana — a única vez que perdeu foi em 2006, para a Argentina.
Zero Hora destaca três motivos que podem explicar a manutenção da hegemonia brasileira. Confira.
Patamar distinto
A Seleção Brasileira está em outro patamar no comparativo com os adversários do cenário sul-americano. A prova está no histórico da Copa América. Além dos nove títulos, o Brasil só foi derrotado duas vezes em 56 jogos.
Em 2025, o título veio após quatro vitórias e dois empates (ambos contra as colombianas, que vêm em franca evolução). A campanha ainda teve 21 gols marcados e seis sofridos.
Talentos da nova geração

Se a Colômbia tem Linda Caicedo, o Brasil também tem uma lista de destaques na nova geração. A volante (e capitã) Angelina, a meia Duda Sampaio e a atacante Gio Garbelini integram esse grupo.
Algumas outras destaques também chamaram a atenção na Copa América. Foram os casos das jovens atacantes Luany e Jhonson, 19 e 22 anos, que converteram os pênaltis na final. Além da centroavante Amanda Gutierres, 24 anos, artilheira da competição com seis gols.
Estrela da Rainha

Se a nova geração vem forte e pronta para assumir as responsabilidades, o Brasil ainda tem o luxo de contar com a maior de todos os tempos. Com 39 anos, Marta brilhou na hora necessária, fez o gol que levou a decisão do título à prorrogação e foi eleita a melhor jogadora da Copa América.
Este foi o 20º título da carreira da camisa 10. Pela Seleção, já são seis taças.




