
A Copa do Mundo pagará valores recordes nesta edição. A Fifa destinou um valor recorde de US$ 727 milhões (cerca de R$ 4 bilhões) para ser distribuído diretamente às seleções na Copa do Mundo. Espanha e Argentina decidirão o Mundial no próximo domingo (19), às 16h, em Nova Jersey.
O campeão receberá US$ 50 milhões (cerca de R$ 256 milhões), enquanto o vice ganhará US$ 33 milhões (R$ 168 milhões).
No entanto, os países não receberão esse valor inteiro em premiação, pois terão que pagar impostos sobre o montante.
Recentemente, a Receita Federal americana (IRS) e a Agência de Receita do Canadá (CRA) estipularam uma regra histórica de Alocação Proporcional de Jogos. Isso significa que a premiação do campeão é fatiada e tributada individualmente com base em onde cada partida foi disputada.
Conforme o site Jornal Contábil, os argentinos terão que pagar o maior valor de imposto. Eles jogaram os oitos jogos da Copa em território norte-americano. Como a Argentina não possui acordo de bitributação com os EUA, sofre a retenção direta máxima na fonte — 36,5% de imposto estimado.
Os espanhóis jogaram, na fase inicial, em território mexicano e canadense. Além disso, o país europeu tem a vantagem de ter atuado em estados americanos sem imposto de renda local (como o Texas) na fase semifinal. Caso vençam a Copa, pagarão cerca de 9,5% de imposto.
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