
Slavko Vincic foi o árbitro escolhido pela Fifa para apitar a final da Copa do Mundo, entre Argentina e Espanha, no domingo (19). Ele já apitou três partidas na competição, entre elas a estreia do Brasil contra Marrocos.
Fora de campo, o esloveno tem um passado polêmico. Em 2020, o árbitro estava em uma festa na Bósnia e Herzegovina e foi detido em uma operação policial contra tráfico de drogas, armas e prostituição. Na ocasião, Vincic foi encaminhado para uma delegacia junto de 26 homens e nove mulheres.
Ele foi ouvido como testemunha pela polícia após alegar que não conhecia nenhuma das pessoas envolvidas no esquema investigado. Sendo assim, foi liberado.
Vincin contou na época que estava no país para uma reunião de negócios representando sua própria empresa.
— Estava nesta fazenda por acaso. Tenho a minha própria empresa, estive na Bósnia e Herzegovina para uma reunião de negócios. Aceitei um convite para almoçar, o que acabou sendo meu maior erro. Estava sentado à mesa com a minha empresa, de repente chegou a polícia e o que aconteceu, aconteceu. Não tenho nada a ver com o grupo que foi preso e detido, nem os meus parceiros de negócios — disse ao jornal esloveno "Vecer".
Slavko Vincic tem em seu currículo grandes jogos do futebol europeu, como a final da Champions League 2023/24 entre Real Madrid e Borussia Dortmund.
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