
A escolha por Bruno Guimarães para bater o pênalti no primeiro tempo contra a Noruega pegou muitos de surpresa. Após a eliminação nas oitavas da Copa do Mundo, o técnico Carlo Ancelotti foi questionado sobre o motivo para o meia do Newcastle ser o responsável pela cobrança.
— O melhor na Seleção era o Raphinha, e obviamente, entre quem não estava naquele momento no campo, o melhor era o Neymar, depois Igor Thiago, e depois Bruno Guimarães. Depois dele, era o Martinelli. Escolhemos Bruno porque pensamos que era o melhor entre os que estavam em campo — justificou o italiano.
Bruno parou em Nyland. A cobrança, no fim, fez falta. O Brasil sofreu dois gols de Haaland e viu o sonho do hexa ser adiado mais uma vez. O pênalti no segundo tempo foi batido e convertido por Neymar.
A eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 neste domingo (5) aumentou para 28 anos o intervalo sem títulos mundiais, estabelecendo a maior seca da história do país na competição. A última conquista brasileira foi em 2002, quando a equipe alcançou o penta.
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