
Direto de Morristown, Nova Jersey
Blindados e em regime de concentração permanente, os jogadores da Seleção Brasileira recorrem a atividades como truco, pingue-pongue e videogame para passar o tempo nos turnos de folga.
Há ainda um simulador de Fórmula 1 para os atletas que são fãs de automobilismo.
Tudo isso, porém, ocorre entre o fim da tarde e o início da noite, quando o grupo não tem atividades de treino previstas e, por conta do regime de concentração, não pode deixar o hotel.
Os treinamentos no campo e os trabalhos complementares de ativação e sauna são concentrados na parte da manhã, no CT do New York Red Bulls, normalmente às 12h (horário de Brasília).
Depois, a delegação parte para o hotel, onde ocorre o almoço. Após a refeição, cada atleta recorre ao seu passatempo preferido, embora sempre tenham fisioterapia à disposição no hotel.
— Quando a gente volta para o hotel, almoça e aí tem a galera que vai direto para o videogame, a que vai para o truco. E a gente tem até um simulador de Fórmula 1. E está rolando um campeonato de pingue-pongue agora também — revelou o meia-atacante gaúcho Raphinha.
Como o Brasil está hospedado em uma região afastada, sem acesso de torcedores e com presença restrita de jornalistas, a avaliação interna da Seleção é de que essas atividades nos turnos sem treinos ajudam a manter o grupo unido e focado na caminhada rumo ao hexa.
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