Seria um mais um treino normal da Seleção, com os protocolares 15 minutos abertos para ver a roda de bobinho e um trabalho tático não fosse a chegada, no 14º minuto, de Spike Lee. O cineasta basicamente fez o tempo parar e foi como um ímã, atraindo as atenções, os microfones e os celulares das centenas de repórteres que cobrem as atividades.
Sua caminhada até o local onde estavam os convidados da CBF durou tempo suficiente para a aglomeração de profissionais e para arrancar uma frase:
— Espero que o Brasil vença a Copa do Mundo.
O diretor de "Faça a coisa certa", "Malcom X" e "Infiltrado na Klan" também fez uma brincadeira:
— Vim só ver o treino, porque o jogo importante mesmo é à noite — referindo-se à partida 4 da final da NBA entre seu time, o NY Knicks, e o San Antonio Spurs, no Madison Square Garden, em Nova York.
Antes de Spike Lee chegar, as imagens foram todas em um corredor de tapas pelo qual passou Carlo Ancelotti. A brincadeira é comum entre os aniversariantes. Eles passam e levam cascudos. Mas, no chefe, certamente a mão pesou menos.





