Raphinha é um dos principais nomes da Seleção Brasileira nesta Copa do Mundo. O jogador do Barcelona está indo para a sua segunda edição de Mundial e, nesta quarta-feira (10), garantiu uma maturidade maior para assumir as responsabilidades durante o torneio.
Segundo o próprio atacante, em 2022, ele chegou para a Copa sem os alicerces necessários para um jogador disputar a competição, ao contrário da atual edição.
— Eu acho que eu senti mais pressão naquela Copa de 22 do que na atual. Em 22, cheguei muito imaturo. Estava em período de adaptação na Seleção e sentia que não estava totalmente adaptado. Agora me sinto muito mais preparado pelo meu momento no clube e por entender o meu lugar na Seleção — disse Raphinha que completou:
— A pressão vai existir sempre. A partir do momento que se veste a camisa da Seleção Brasileira, a gente tem que saber que a pressão vem junto. Se a gente não estiver preparado para a pressão, a gente não pode estar disputando um torneio desse nível.
Raphinha atribuiu a responsabilidade de minimizar a pressão aos jogadores com mais experiencia no futebol. Nas palavras do jogador, "entender o peso que os atletas carregam será muito importante para conseguir resolver os jogos".
Estreia batendo na porta

Falando em jogos: a estreia da Seleção Brasileira será no próximo sábado (13), às 19h, contra o Marrocos, em Nova Jersey. O jogador do Barcelona afirma que a preparação para o pontapé inicial do Grupo C já iniciou e que os pontos fortes e fracos do adversário estão sendo repassados pela comissão técnica.
— Estamos vendo alguns lances deles, alguns pontos fortes, alguns pontos fracos, pontos nos quais a gente possa ter mais facilidade para poder encarar os pontos fracos e estar bem preparado para os pontos fortes do Marrocos. A gente ainda tem alguns dias pela frente, até o jogo, para poder aprimorar melhor o entendimento sobre eles — esclareceu.
Seguindo na projeção para os primeiros embates da Copa, Raphinha ponderou que será necessário reforçar a atenção nos jogos iniciais da competição — diminuindo a possibilidade de ser surpreendido.
— Em um curto período de tempo, a Copa do Mundo é muito traiçoeira. Com esse tempo de preparação, a gente está tentando nos adaptar e chegar ao mais próximo possível de não cometer erros. O ponto de atenção é o fato de a gente ter uma competição curta, em um período curto, e ter que errar o menos possível — atentou-se.
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