
Apesar da presença de muitos jornalistas da Espanha, a Fifa proibiu que fossem realizadas perguntas em espanhol nas entrevistas coletivas oficiais após o empate em 1 a 1 entre Brasil e Marrocos no sábado (13), no MetLife Stadium, nos Estados Unidos, pela primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo.
Nem mesmo para o técnico Carlo Ancelotti e para o atacante Vinícius Júnior, que são fluentes no idioma pela experiência de ambos no Real Madrid.
O motivo é que não havia tradução simultânea disponível para o espanhol nas entrevistas realizadas na sala de imprensa, nem na véspera e nem após a partida. O tema gerou polêmica nas redes sociais.
Ocorre que, tradicionalmente, a Fifa permite em Copas do Mundo que as perguntas e respostas sejam formuladas apenas nos idiomas do países-sede e das seleções envolvidas no jogo.
No Mundial de 2026, a novidade é que há também serviço de tradução para o idioma nativo dos treinadores das equipes.
Nas coletivas pré e pós-jogo entre Brasil e Marrocos, portanto, eram permitidas perguntas e respostas em inglês (idioma dos Estados Unidos), português (do Brasil), árabe e francês (do Marrocos) e italiano (por conta do técnico Carlo Ancelotti).
Em todos os jogos disputados no México e nas partidas envolvendo seleções como Argentina, Espanha, Uruguai, Equador, Paraguai e Colômbia, o espanhol será permitido.
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