
Na Copa do Mundo de 2026, o MetLife Stadium será o palco da final do torneio, no dia 19 de julho, e da estreia do Brasil, neste sábado (13), às 19h, contra Marrocos. O estádio com mais de 82 mil lugares é casa de dois times da NFL, a principal liga de futebol americano, e tem histórico negativo de lesões.
Localizado em East Rutherford, em Nova Jersey, o MetLife Stadium foi inaugurado em 2010 para ser o estádio do New York Giants e do New York Jets. As franquias são responsáveis por administrar o local e precisaram fazer mudanças para receber a Copa de 2026.
Um dos pontos de diversas críticas do estádio era o gramado sintético. Nele, vários jogadores de futebol americano tiveram temporadas interrompidas por graves lesões.
Um dos casos mais emblemáticos e que causou críticas ao gramado foi em 2020, quando Nick Bosa e Solomon Thomas, defensores do San Francisco 49ers, romperam o ligamento do joelho no mesmo jogo.
Em 2022, dois wide receivers importantes dos Giants também sofreram lesões ligamentares no joelho: Sterling Shepard e Wan'Dale Robinson.
Na temporada de 2023, o quarterback Aaron Rodgers fazia sua estreia pelos Jets, mas rompeu o tendão de Aquiles. Ele ficou de fora de todos os jogos restantes e teve apenas quatro jogadas nas estatísticas.
Solução para a Copa
Uma das imposições da Fifa em relação ao MetLife Stadium foi a troca do gramado. O sintético foi removido e grama natural foi colocada.
A superfície foi cultivada durante meses na Carolina do Norte sob um projeto de pesquisa financiado pela Fifa, garantindo máxima durabilidade e tração aos jogadores.
Esse gramado será o mesmo de todas as 16 sedes, inclusive as fora dos Estados Unidos. O MetLife Stadium sediará ao todo nove partidas do Mundial.
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