
A seleção dos Estados Unidos é uma grande incógnita na Copa do Mundo de 2026. Por ser um dos países-sede, a pressão é grande por um resultado expressivo. No entanto, existem questionamentos sobre a qualidade da equipe treinada por Maurício Pochettino.
O time estadunidense estreia no Mundial nesta sexta-feira (12), às 22h (horário de Brasília), contra o Paraguai, em Los Angeles. Os EUA estão no Grupo D, que ainda conta com Austrália e Turquia. Para a tradicional revista Sport Illustrated, uma eliminação na fase de grupos será considerado um fracasso.
A publicação considera uma campanha de sucesso na Copa chegar até as quartas de final, relembrando o resultado no Mundial de 2002. A melhor colocação dos EUA foi em 1930, quando terminou em terceiro lugar.
Para chegar longe na competição, a seleção tem alguns personagens importantes, como o filho de um ex-jogador e ex-presidente, uma promessa que ainda não vingou e o craque do time que ficou conhecido como "LeBron James do futebol".
Os personagens da seleção dos EUA
Dos 26 convocados de Pochettino, três se destacam. Confira abaixo quem são.
Christian Pulisic
É o camisa 10 e referência técnica dos EUA nos últimos anos. Em 2021 surgiu um meme no qual ele é chamado de "LeBron James of soccer" (LeBron James do futebol, na tradução).
A piada surgiu no programa de TV "Trato Feito", quando um vendedor ofereceu uma camisa autografada pelo jogador e o comprador perguntou se Pulisic era o LeBron James do futebol. A partir disso, a expressão viralizou pela comparação do jogador do Milan com o astro da NBA.
Timothy Weah

Ao mesmo tempo em que o camisa 10 carrega a pressão de ser a principal esperança, tem um atleta que lida com a responsabilidade do sobrenome. O atacante Timothy Weah é filho de George Weah, lendário jogador que brilhou na década de 1990, foi Bola de Ouro em 1995 e, depois de se aposentar, se tornou presidente da Libéria.
O mandato acabou em 2024 e agora o Timothy tem todas as atenções do mundo quando se trata do sobrenome Weah. Aos 26 anos, o atacante pertence ao Olympique de Marselha, mas defendeu a Juventus na última temporada.
Giovanni Reyna
A seleção dos EUA ainda tem entre os convocados uma promessa que não vingou até o momento. Giovanni Reyna surgiu cedo no futebol, tratado como futuro astro do Borussia Dortmund, da Alemanha.
Apesar de algumas temporadas tendo oportunidades, o meia-atacante não se transformou no jogador que todos esperavam. Sem espaço no clube alemão, teve um empréstimo rápido pelo Nottingham Forest, da Premier League.
De volta à Alemanha, Reyna não se firmou no Dortmund e foi para outro Borussia. Na temporada passada, o jogador de 23 anos defendeu o Mönchengladbach, mas sem brilho. A Copa pode ser a oportunidade de ele mostrar realmente seu talento e ajudar os EUA a superar as expectativas.
Copa do Mundo 2026
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