
A vulnerabilidade defensiva virou um ponto de atenção da Seleção Brasileira às vésperas da Copa do Mundo.
A equipe de Carlo Ancelotti foi vazada em todos os jogos de 2026, algo que preocupa a comissão técnica e o grupo.
— A gente tem que não tomar gol. Em uma Copa do Mundo, qualquer golzinho que você toma depois te obriga a correr atrás, e as equipes vão se fechar. Então, precisamos não tomar gol e também ser mais eficazes na frente — disse o volante Bruno Guimarães, logo após a vitória por 2 a 1 sobre o Egito, em amistoso neste sábado (7), em Cleveland.
Considerando ainda as vitórias por 3 a 1 sobre a Croácia e por 6 a 2 sobre o Panamá e a derrota por 2 a 1 para a França, a Seleção sofreu seis gols em quatro jogos na temporada.
Como o último jogo de 2025 foi um empate por 1 a 1 com a Tunísia, o Brasil não fica uma partida sem ser vazado desde a vitória por 2 a 0 sobre Senegal, em 15 de novembro do ano passado.
Ter uma defesa sólida é considerado uma prioridade por Ancelotti.
— Estou convencido de que o Mundial ganha quem sofre menos gols, não quem marca mais. Não gosto que me chamem de defensivista, mas o trabalho defensivo é muito, muito importante para uma equipe — disse o treinador, em entrevista em março.
A organização defensiva deve ser uma prioridade nos treinos desta semana, em Nova Jersey, antes da estreia na Copa do Mundo, no sábado (13), contra o Marrocos.



