
Última a entrar no rol de seleções campeãs mundiais, a Espanha quer provar que 2010 não foi uma obra do acaso. La Furia chega ao Mundial 2026 com uma das principais favoritas.
A qualidade técnica, no entanto, contrasta com os problemas físicos enfrentados pelo elenco. Os espanhóis estreiam nesta segunda-feira (15), às 13h, contra Cabo Verde, em Atlanta.
Invencibilidade
A fase, pelo menos nos números, não poderia ser melhor, afinal são 30 jogos de invencibilidade. No período, os espanhóis conquistaram a Eurocopa, em 2024, e ficaram com o vice-campeonato da Nations League no ano seguinte.
— Oito ou dez times podem vencer, entre eles Portugal, os africanos. Espanha? Claro. Mas isso não significa que seja obrigatório vencer. Mesmo que você seja melhor que seus adversários, pode perder — destacou o técnico Luis de la Fuente.
Dentro de campo, a principal estrela é Lamine Yamal, com seus 18 anos. O craque do Barcelona se recupera de uma lesão na coxa esquerda.
Não se sabe ainda quando ele estará à disposição. A expectativa é de que seja ainda na fase de grupos. Além dele, Nico Williams e Victor Muñoz, opções no setor ofensivo, não estão 100%.
No meio-campo, destaque para o trio formado por Rodri, Pedri e Fabián Ruiz, responsável pelo toque de bola e também pela pressão pós-perda, uma das características dessa nova geração espanhola.
Traumas
Depois de ficar com o título em 2010, a Espanha não passou da primeira fase em 2014, no Brasil. Nas Copas seguintes, parou nas oitavas de final, caindo para Rússia, em 2018, e para Marrocos, em 2022.
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