
Reencontros estarão em andamento quando a Seleção Brasileira iniciar a sua campanha na Copa do Mundo 2026, neste sábado (13), contra o Marrocos. Para quem gosta de coincidência, é um banquete.
Esse será o segundo Mundial nos Estados Unidos. No outro, em 1994, o Brasil conquistou o Tetra. Naquela conquista na Terra do Tio Sam, o Brasil estava há 24 anos sem colocar a mão na taça mais cobiçada do futebol. Este ano completam-se 24 anos do último título brasileiro.
Há outro ponto de conexão. Carlo Ancelotti também estava no Mundial de 32 anos atrás. Ele era o auxiliar de Arrigo Sacchi, técnico da Itália, adversária brasileira na final.
Recém publicado, o livro “O Sonho”, escrito por Ancelotti em parceria com o jornalista Chris Brady, o treinador fala mais da experiência: “Pela terceira vez na minha carreira — contando a final da Copa Europeia de 1984 e o tenso confronto de três jogos contra o Estrela Vermelha, em 1989 — me vi nervoso, assistindo da beira do campo enquanto o drama de uma disputa por pênaltis se desenrolava. Se aquele momento me ensinou algo, é que o futebol se joga tanto com a mente quanto com os pés”.
O clima também é semelhante. Não o calor sufocante dos Estados Unidos. Mas o clima sobre o Brasil. Tanto lá quanto agora, há uma desconfiança sobre a Seleção.
Em 1994, o Brasil sofreu a sua primeira derrota na história das Eliminatórias e sofreu até o último jogo para se classificar. A confirmação para esta edição foi mais fácil devido à quantidade de vagas na América do Sul. A Seleção fez uma campanha irregular nos resultados e nas atuações.
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