
O nome, para a maioria, não remete a um rosto. Roger Ibañez da Silva, ou apenas Ibañez, disputará a Copa do Mundo. Ele foi o um dos 26 nomes anunciados por Carlo Ancelotti nesta segunda-feira (18), no Rio de Janeiro. Entre os torcedores, este gaúcho é uma das figuras menos conhecidas da lista do italiano. Ele voltou a viver o drama vivido antes do Mundial do Catar.
Uma vez acontece, duas seriam demais. Na Copa do Catar, despontou como candidato a uma vaga. Nos últimos jogos antes do ciclo, ganhou espaço com Tite, mas perdeu um lugar para Bremer.
Voltou a ser lembrado na reta final do ciclo. Outra vez, Bremer era um de seus concorrentes. Ancelotti, agora, encontrou um lugar para ele.
O público que mais lembra do zagueiro não é o gaúcho. Sem chamar atenção da dupla Gre-Nal, Ibañez fez a ponte aérea com o Rio de Janeiro para jogar pelo Fluminense.
Saiu do RS como meia. Em terras cariocas, virou volante até surgir um certo Abel Braga em sua vida. Ele o colocou para jogar como zagueiro em um sistema com três defensores. Aprimorou a lida defensiva em passagens por Atalanta e Roma.
Ausente da convocação para o Mundial catari, ficou esquecido no Al-Ahli Jeddah, da Arábia Saudita, até ser lembrado para os amistosos contra França e Croácia. A versatilidade de jogar como lateral fez a diferença para estar na lista da Copa.



