
Os dois últimos amistosos da Seleção Brasileira antes da Copa do Mundo serão para testar novos nomes. O técnico Carlo Ancelotti convocou oito novidades para as partidas contra França, em 26 de março, e Croácia, cinco dias depois. Neymar não foi relacionado.
Ainda há espaço aberto na lista do treinador. São, pelo menos, 17 jogadores com a situação encaminhada. Confira abaixo, quem são e como estão as caras novas do grupo de jogadores de Ancelotti.
Igor Thiago

Minutos depois de ser convocado pela primeira vez por Carlo Ancelotti, o centroavante marcou o seu 19º gol nesta Premier League. Atrás apenas de Haaland, ele é o vice-artilheiro da competição.
Em alta às vésperas da Copa, o centroavante do Brentford surge como principal alternativa de Ancelotti, caso o treinador queira contar com um camisa 9 de referência.
Formado na base do Cruzeiro, Igor Thiago se destaca pela presença na grande área. Antes de chegar à Inglaterra, defendeu o Ludogorets, da Bulgária, e o Brugge, onde marcou 29 vezes na temporada passada.
Bremer
Ficou longe da Seleção devido a um longo período afastado por lesão. Voltou a ser titular da Juventus durante a temporada. Disputou 23 partidas até aqui.
A questão física é um ponto de alerta. Dos 22 jogos como titular foi substituído em seis, índice alto para um defensor.
Está em sua quarta temporada na Juventus. Antes, defendeu Torino e Atlético-MG. Esteve presente entre os convocados de Tite para a Copa de 2022. Foi utilizado nas partidas contra Camarões e Coreia do Sul.
Ibañez

Natural de Canela, o zagueiro retorna à Seleção. Disputou três jogos, um sob o comando de Tite, outro de Ramon Menezes, e mais um com Fernando Diniz.
Formado no Fluminense, passou seis temporadas no futebol italiano, duas com a Atalanta e quatro com a Roma. Desde 2023 está no Al-Ahli, da Arábia Saudita.
Sua última partida pelo Brasil foi em 2023. Ele entrou nos minutos finais do confronto contra a Bolívia, pelas Eliminatória. A Seleção venceu por 5 a 1.
Endrick

Cotado para ser uma estrela do futebol nas últimas temporadas, Endrick ainda não engrenou nos grandes palcos apesar dos bons números. Foi chamado pela primeira vez por Carlo Ancelotti, com quem trabalhou no Real Madrid.
Após ser ausências nas primeiras convocações, deixou o clube espanhol para ganhar tempo em campo pelo Lyon. Desembarcou e causou impacto direto. Na sequência diminuiu o ímpeto e voltou a conviver com críticas. Na França, são seis gols em 12 partidas.
O atacante revelado no Palmeiras surge como herdeiro da vaga deixada por Rodrygo. Lesionado, ele está fora da Copa.
Gabriel Sara
Carlo Ancelotti assistiu aos jogos mais recentes do jogador revelado pelo São Paulo. O meio-campista foi destaques do Galatarasay, sobretudo, na classificação sobre a Juventus. Também teve atuação convincente na vitória sobre o Liverpool, no jogo de ida das oitavas de final.
Entre o São Paulo e o futebol turco, atuou por duas temporadas pelo Norwich City. Tem mais de 100 jogos pelas categorias de base da Seleção. A vitalidade é uma de suas características.
Danilo

É o vice-artilheiro do Brasileirão, mesmo sendo um volante. A quantidade de gols mostra a força de sua chegada à área. É essa vitalidade que Ancelotti busca no meio-campista do Botafogo.
Há ao menos duas vagas abertas no meio-campo para a convocação final. Seu crescimento foi interrompido após sofrer uma lesão logo nos seus primeiros meses no Nottingham Forest, da Inglaterra.
Antes, se destacou pelo Palmeiras. Ainda não jogou pela Seleção Brasileira.
Léo Pereira
Revelado pelo Athletico-PR, o zagueiro está em sua sétima temporada pelo Flamengo. Ainda não atuou pela Seleção Brasileira. Tem na qualidade de passe uma de suas virtudes.
Para conquistar um lugar entre os 26 convocados, terá a concorrência de dois companheiros de clube. O veterano Danilo, que ganha espaço pela versatilidade de também jogar pela lateral, e Léo Ortiz, um dois oito convocados de Carlo Ancelotti a não ser utilizado pelo treinador desde sua estreia.
Rayan
Após um grande Brasileirão pelo Vasco, começou em alta no Bournemouth. São dois gols em sete partidas. A rápida adaptação à Premier League e a versatilidade para jogar pelo lado ou como último homem são um trunfo na briga por uma vaga no ataque brasileiro na Copa.
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