
Na vitória da Seleção Brasileira sobre Senegal por 2 a 0, neste sábado (15), em Londres, o lado direito do time foi bem e recebeu elogios de Carlo Ancelotti. Estêvão e Éder Militão tiveram funções diferentes em campo, mas ajudaram no resultado, cada um da sua forma.
O jovem de 18 anos abriu o placar ainda no primeiro tempo, com um chute cruzado de pé esquerdo, que se destacou pela firmeza e pela direção que a bola tomou.
— É uma surpresa ver um jogador tão jovem com esse tipo de talento. Incrível na finalização. O Brasil tem com ele o futuro assegurado — afirmou Ancelotti, em entrevista coletiva após a partida.
Estêvão chegou ao quarto gol marcado pela Seleção Brasileira em 10 jogos disputados e é o artilheiro da Era Ancelotti. Assim, a cada jogo que passa, fica mais próximo de se garantir como titular pelo lado direito do ataque.
Pelo mesmo lado, Militão jogou improvisado como lateral. No entanto, a escolha não foi por ausência de outros nomes, e sim por uma ideia de jogo de Ancelotti.
O italiano gosta de laterais mais defensivos e que deixam os jogadores avançados com liberdade. Ademais, por já conhecer Militão — ambos trabalharam juntos no Real Madrid —, o treinador confia no atleta, o qual ficou fora de ação por dois anos por conta de lesões.
— Militão está em uma condição espetacular, física e mental. Dois anos sem jogar poderia ter afetado muito o aspecto mental — relatou Ancelotti.
Esses dois jogadores devem estar cada vez mais presentes entre os titulares da Seleção. Na próxima terça-feira (18), no entanto, o Brasil deve ter várias modificações para enfrentar a Tunísia, às 16h30min (de Brasília), em Lille, na França.





