
O Brasil deve manter a ideia de um sistema ultra ofensivo para a partida contra a Tunísia, marcada para 16h30min desta terça-feira (18), em Lille. Ao menos foi o que projetou o técnico Carlo Ancelotti na coletiva antes do jogo, na Decathlon Arena.
O treinador gostou da forma como o time atuou contra Senegal e manterá o modelo, possivelmente até na Copa do Mundo, mesmo que ainda falte tempo para a competição.
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– Temos que ter uma ideia muito clara, e que deu certo o sistema com muitos na frente. Mas também temos que pensar em uma formação mais defensiva, um plano B. Gostei do sistema atual (4-2-4) porque a atitude dos jogadores da frente foi boa, o trabalho que fazem no aspecto defensivo é importante para a equipe. Se não fizerem bem, temos duas opções: mudar os jogadores ou mudar o sistema.
A Seleção pode ter mudanças. Uma é certa, na comparação com a que venceu Senegal. Gabriel Magalhães, lesionado, nem veio a Lille. Com isso, Militão será zagueiro e Wesley entrará na lateral. Mas não estão descartadas outras trocas, até para manter o nível físico do jogo de Londres.
— Intensidade é o que precisa no futebol moderno. Mas não é tudo. Tem que ter boa leitura da situação do jogo, entender quando a equipe está bem posicionada para pode pressionar. Ou, não, esperar. Tem muito — detalhou o treinador.










