>Confira a galeria de fotos das torcidas em Porto Alegre:

A leve neblina que obrigou o aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, a operar por instrumentos a partir das 8h03min da manhã desta quinta-feira não foi suficiente para impedir que as levas de australianos e holandeses deixassem a Capital.
Alguns a contragosto:
- As festas daqui foram as melhores - conta o holandês Twan de Goeij, de 32 anos.
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Ele e o compatriota Eric de Swart, 31 anos, estavam sentados em um café do Salgado Filho enquanto esperavam o voo que os levaria para São Paulo e então à Holanda.
- Não achávamos que iríamos nos classificar e por isso compramos para tão cedo - lamenta Eric.
A dupla passou por cinco cidades: Rio de Janeiro, Foz do Iguaçu, Cuiabá, Salvador e Porto Alegre. Elegeram a última como o melhor lugar pelo qual passaram pela falta de adversidades nos trajetos do jogo e pela Rua Padre Chagas, onde passaram algumas das quatro noites que estiveram na cidade. Ao ouvirem a pergunta sobre as mulheres, ambos abriram um sorriso constrangido pela pergunta indiscreta mas, ainda assim, amplo.
Eles estavam junto de outro holandês, Lu Mekel, que conheceram no aeroporto. Mekel classificou as mulheres de Salvador como as "mais agressivas" e as gaúchas como as "mais bonitas".
Se muitos turistas partiam, era possível ver a mudança étnica na área de desembarque - coreanos começavam a chegar para a partida entre Coreia do Sul e Argélia no domingo.
Um deles, Estevam You, comerciante de 35 anos, vivendo há 20 na Argentina, vinha de Cuiabá para ficar quatro dias em Porto Alegre. You disse que torceria para a seleção argentina e coreana, mas que só veria os jogos da última. Nenhum argelino foi encontrado pela reportagem. Por enquanto.



