
São duas dissertações, duas provas que exigem boa argumentação e análise e duas importantes ferramentas de seleção. Mas as redações do Enem e do vestibular da UFRGS não são tão parecidas assim: começando pelo tema, passando pelo número de linhas e culminando na correção, as exigências aos candidatos diferem em cada um dos exames.
Se o Enem já não surpreende tanto nas propostas - sempre se pode esperar um problema nacional de cunho social que exija uma sugestão de solução por parte do aluno -, a federal é sempre um mistério. Na correção dos textos, mais diferenças: praticamente todo erro pode tirar pontos na UFRGS, enquanto a prova nacional costuma ser mais condescendente.
Mas não há tantos motivos para se preocupar. A estrutura exigida é semelhante em ambos os casos (introdução, desenvolvimento e conclusão deverão preencher novamente a folha em branco) e, para quem fez uma boa prova no final de outubro, basta entender como alguns detalhes são cobrados de outra maneira no vestibular para encaminhar uma boa nota.
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