
Com mais de 40 anos de história, a Fundação Escola Superior do Ministério Público (FMP) mantém uma trajetória sólida guiada por tradição e movida por inovação. Recentemente, a instituição adotou uma nova identidade visual para alinhar ainda mais a expressão da marca ao seu momento atual. Trata-se de um reposicionamento que vai muito além da estética, reforçando a evolução da organização no ensino jurídico e sua visão de futuro.
— Toda organização séria precisa decidir o que vai proteger. Aquilo que a liderança aceita, a cultura aprende. E o que não é corrigido corrói margem, reputação e entrega. A nova identidade visual também nasce dessa consciência: a de proteger e projetar, com mais clareza, os valores, a reputação e a consistência institucional que a FMP construiu ao longo de sua trajetória — afirma o CEO da FMP, Daniel Quintana Sperb.
O novo visual da marca aposta em lettering com uma linguagem limpa, precisa e contemporânea, com geometria consistente, alta legibilidade e uma construção sem excessos. Já a escolha por uma tipografia sem ruído, associada à hierarquia clara entre sigla e denominação por extenso, afasta a marca de clichês visuais do universo jurídico, como brasões, serifas pesadas e símbolos literais. Além disso, a instituição optou pela adoção do vermelho, cor muito associada ao Direito – presente nas formaturas, na relação histórica com a pedra rubi e em signos cerimônias.
— A nova identidade também foi construída a partir de conceitos como defesa, equilíbrio, ordem e voz, diretamente ligados à formação jurídica de excelência. Eles ajudam a traduzir atributos que a FMP busca desenvolver em seus alunos, como argumentação qualificada, senso de justiça, rigor técnico, equilíbrio analítico e consciência do papel do Direito como instrumento de transformação social — destaca Sperb.
Para o presidente da FMP, Luciano de Faria Brasil, o reposicionamento expressa uma instituição atenta às transformações do seu tempo, sem abrir mão da profundidade acadêmica e da seriedade que sempre marcaram sua trajetória no ensino jurídico – atualmente, 91% dos promotores do Ministério Público do Rio Grande do Sul foram capacitados pela instituição, que acumula selos de qualidade importantes, como o OAB Recomenda, e tem notas máximas no MEC e IAE.
— Não só como presidente, mas também como professor, sempre estive atento aos impactos da transformação digital e da inteligência artificial sobre a educação e o próprio campo jurídico. Por isso, entendi que este novo ciclo exigia fortalecer a capacidade estratégica da FMP, trazendo um CEO com experiência em modelagem de negócios e em escalabilidade de produtos de tecnologia, em sintonia com os desafios e oportunidades deste momento. O movimento de reestruturação das equipes começou por cima — explica Brasil.
Para ele, são os mestres, os alunos, os colaboradores e toda a comunidade acadêmica que dão vida ao projeto institucional e sustentam, no cotidiano, a qualidade, a cultura e a reputação da FMP.
— Toda instituição de alto desempenho começa e termina pelo time. Desenvolver, atrair e reter talentos nunca é trivial. Por isso, entendi que não bastava trazer profissionais com boa capacidade técnica. Era preciso trazer novas lideranças capazes de mobilizar os diversos setores da FMP, inspirar confiança e ajudar a construir, com o time de colaboradores, a força institucional que esta nova fase exige — conta o presidente.
O novo momento da organização reforça ainda tecnologias embarcadas e inovação aplicada, além de um novo portfólio de cursos, a exemplo de Direito do Consumidor e Novas Tecnologias, lançado em março deste ano. O portfólio atual expressa uma evolução institucional ampla, na qual a faculdade passa a atuar de maneira mais estruturada em diferentes frentes de valor ligadas ao Direito.
— Isso aparece tanto na unidade de Cursos, voltada à educação em Direito, quanto na Tech, focada em tecnologia em Direito, com sistemas baseados em inteligência artificial embarcada para segurança jurídica e compliance, na Signa, dedicada a negócios com Direito, e na Nexus, voltada à inovação para o Direito. Trata-se, portanto, de uma expansão coerente com o reposicionamento institucional: a FMP deixa de ser percebida apenas como uma escola de excelência e passa a se afirmar também como uma plataforma mais ampla de educação, tecnologia, negócios e inovação aplicada ao universo jurídico — finaliza Sperb.



