
O mercado de trabalho vem passando por transformações que devem influenciar praticamente todos os setores. O relatório Future of Jobs, de 2025, do Fórum Econômico Mundial, aponta que 59% dos trabalhadores no mundo precisarão adquirir novas competências até 2030, um movimento impulsionado por tecnologia, novos modelos de negócios e demandas ambientais. O estudo também projeta a criação de 170 milhões de novas vagas de emprego – envolvendo habilidades tecnológicas juntamente com habilidades humanas, como as cognitivas e colaborativas – enquanto outras funções tendem a se transformar ou desaparecer.
Requalificação para novas demandas
Diante desse cenário, a Universidade do Vale dos Sinos lançou a Nova Pós Unisinos. A proposta, segundo a gerente de Desenvolvimento de Produtos da Diretoria de Educação Continuada da Unisinos, Victoria Kern, está conectada ao mercado, abrindo espaço para profissionais mais versáteis e preparados para aprender continuamente.
— Trabalhamos com os formatos semipresencial, presencial e EaD ao vivo. As formações combinam aulas síncronas, conteúdo assíncrono e encontros presenciais mensais, com duração de 12 meses. O objetivo é garantir uma jornada atual, aplicável e adequada ao ritmo de cada estudante — explica.
Com mais de 17 cursos apresentados em duas etapas e distribuídos nas áreas de Saúde, Tecnologia, Gestão, Criatividade, Direito e Humanidades, a instituição foca na trabalhabilidade, flexibilidade e em experiências conectadas ao cotidiano profissional, independente da região do Rio Grande do Sul.
Networking e conexão ao vivo
Independentemente da modalidade, os estudantes terão acesso a eventos que aproximam empresas e profissionais, ampliando oportunidades de desenvolvimento e empregabilidade. Isso é o que revela o diretor de Educação Continuada da Unisinos, Eduardo Senise, ao indicar que a procura por uma pós segue três motivações principais: o aumento de salário ou promoção, a transição de carreira ou o desejo de empreender.
— Entendendo esse cenário, a Unisinos criou uma linha de cursos com foco em melhorar a trabalhabilidade, ou seja, a capacidade de gerar renda de forma autônoma, atualizando constantemente competências relevantes para o mercado — afirma Senise.





