
Considerado o grão mais importante do agronegócio brasileiro, na safra 2024/2025 o país produziu 169,49 milhões de toneladas de soja, conforme dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Além do impacto econômico, a soja é conhecida por sua versatilidade, servindo de base para a produção de ração animal, como matéria-prima para o biodiesel, entre outras utilizações.
O Rio Grande do Sul é o quarto maior produtor da leguminosa no país. Um desses produtores é Lucas Pires, engenheiro agrônomo do município de Coxilha.
O novo episódio da websérie Grandes Produtores — parceria entre a Mitsubishi Motors e o Grupo RBS, que tem como objetivo enaltecer a força do agronegócio gaúcho — viajou até o norte do Estado para entender a paixão pela produção de soja que vem de família.
A resiliência no campo é algo que acompanhou toda a trajetória da família Pires, seja por questões climáticas da região ou por fatores externos, como a geopolítica.
Como produtor rural, ele sempre busca se desafiar, ano após ano, para aumentar sua produtividade, focando constantemente na melhor rentabilidade para seu negócio.
— A produtividade de quando comecei a acompanhar minha família não é a mesma de hoje. O avanço genético e tecnológico nos permitiu alcançar novos patamares. Este ano, tivemos o privilégio de ter uma lavoura excelente. Diferente de anos com excesso de chuva, não tivemos incidência de doenças ou estresse por patógenos. A planta passou por todo o ciclo "limpa", atingindo a maturidade perfeita com grãos bem cheios — explica.
Confiança sobre rodas
Assim como a produtividade na lavoura é importante para Pires, a forma de chegar e se deslocar na propriedade também é um fator decisivo na hora de escolher um meio de locomoção. O engenheiro agrônomo vê a caminhonete como seu escritório do dia a dia.
Com ela, o produtor viaja para outras propriedades, deslocando-se com frequência da cidade para a lavoura. Para ele, a segurança dentro da Triton vem em primeiro lugar.
— É essencial ter uma caçamba com generosa capacidade de carga, potência e tração 4x4, e a Mitsubishi entrega isso. A tecnologia embarcada nos veículos atuais auxilia muito. Hoje, estamos conectados ao celular, temos mapas de GPS e facilidade de localização sem precisar parar. Mesmo em estradas do interior, o veículo oferece o conforto de um carro de passeio, fazendo parecer que estamos na cidade — diz.
Na lida, Pires encontrou no veículo um aliado para as atividades do produtor rural. Não importa a situação, ele sabe que a caminhonete vai dar conta do que ele precisa.
— Às vezes vamos para a cidade; outras vezes, pegamos estradas difíceis, com com barro, carregamos pneu e máquinas. Com a caminhonete, tenho uma capacidade de carga alta, que me garante conforto e segurança, justamente o que nós precisamos no nosso dia a dia — pontua.
Sucessão familiar
O agronegócio se reinventa diariamente, e o futuro do setor envolve um pensamento mais estratégico e tecnológico. Diante das transformações cada vez mais rápidas da área, Pires faz questão de preparar seus filhos para o futuro do setor.
O engenheiro agrônomo avalia que a nova geração já vem com outras ideias e dá o exemplo dos seus filhos, que gostam da tecnologia das máquinas, mas também da pecuária.
— Acredito que o setor vai melhorar, pois o mundo cresce e a demanda por alimento e energia é cada vez maior. Além disso, a agricultura sustentável é o presente e o futuro. Por meio da conservação do meio ambiente, nossas lavouras conseguem capturar mais carbono e poluir menos, entregando um produto de melhor qualidade para a população. Buscamos tecnologias que reduzam o uso de defensivos e fomentem os biocombustíveis, garantindo um ambiente melhor para as próximas gerações — finaliza.





