
Inspirada no tema “Cenário Atual e Perspectivas – Conectando o Campo ao Mercado”, a 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas reuniu mais de 24,5 mil pessoas em Capão do Leão no final de fevereiro. O evento contou com a participação de produtores, autoridades, representantes e empresas ligadas ao setor, incluindo a AGRIMEC, especializada em soluções versáteis para negócios rurais.
Com mais de 50 anos de história, a companhia levou diversos equipamentos ao evento, que foram exibidos em um estande de 800 metros quadrados. Além disso, aproveitou a ocasião para lançar um novo produto: a carreta graneleira Granbox 23 mil litros.
– A Abertura da Colheita do Arroz é o evento mais importante do meio da oriziculturagaúcha. É ali que todos os atores envolvidos na área se encontram para discutir o setor, independentemente se a situação está favorável ou não – explica o diretor de operações corporativas da AGRIMEC, Davi Lamb.
Em entrevista, Lamb comenta os destaques da edição deste ano e fala sobre a participação da AGRIMEC na feira.
Quais foram os principais destaques da 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos?
O grande destaque deste ano foi a possibilidade de avaliar o resultado até aqui e as dificuldades enfrentadas pelo setor, que agora foram aumentadas por conta da questão envolvendo o óleo diesel. Foram apresentadas novidades e outras soluções para o setor. A promoção desse tempo de convívio entre todos os participantes do meio é muito importante para fomentar trocas, análises e planos para o futuro.
O que o público encontrou no estande da AGRIMEC?
Além da linha tradicional de equipamentos para a orizicultura, a AGRIMEC fez o lançamento da carreta graneleira Granbox 23 mil litros. Ela foi apresentada na feira e deve trazer excelentes resultados para os produtores do Rio Grande do Sul. Como o setor vive um momento difícil, observamos que estão sendo implantadas outras culturas na várzea. Diante desse cenário, também levamos à feira os equipamentos necessários para essas culturas.

Para a AGRIMEC, quais foram os principais pontos positivos de participar do evento?
O maior ponto positivo é o fato de continuarmos sendo reconhecidos e vistos dentro do setor, já que temos 52 anos de história e crescemos em meio à área da orizicultura. Vários clientes tradicionais e antigos passaram no estande para conversar, trazer sugestões e compartilhar seus desafios, demandas e dores. Com isso, também aproveitamos a presença na feira para ouvir o nosso público e, por meio disso, seguir inovando.
Depois do evento, quais são as expectativas para o futuro do setor?
Nossa expectativa é de que, agora, a partir da colheita do arroz, os produtores tenham os grãos armazenados e, mesmo com preços não tão atrativos, comecem a se movimentar pensando na preparação da lavoura para o próximo ciclo. Procuramos olhar as coisas com uma visão positiva. Esperamos que haja alguma reação ou alternativa para que possamos retomar alguns dos investimentos focados no próximo ciclo.

