
O agronegócio, um dos principais motores da economia brasileira, empregou mais de 28 milhões de pessoas no país em 2024, de acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Do produtor rural ao engenheiro, o setor reúne uma série de profissionais que integram ciência e tecnologia para enfrentar os desafios do campo. Nesse cenário, o engenheiro agrônomo se destaca como responsável técnico essencial para promover inovação e sustentabilidade na produção.
No agronegócio, o profissional da engenharia tem papel estratégico ao contribuir com o planejamento e a base científica das atividades, garantindo viabilidade técnica e segurança em toda a cadeia produtiva. A Expodireto Cotrijal, que inicia nesta segunda-feira (9) em Não-Me-Toque e segue até sexta-feira (13), é um dos principais eventos do setor, reunindo empresas, produtores e especialistas. A presença e a valorização desses profissionais aparecem desde a concepção da feira até o dia a dia das operações no campo.
Para fortalecer esse ecossistema, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado do Rio Grande do Sul (CREA-RS) participa mais uma vez da Expodireto, atuando na fiscalização do exercício profissional e na promoção da ética e da valorização da categoria nos espaços de negócios. Para o CREA-RS, a presença da entidade no evento busca reforçar o posicionamento institucional como parceira do agronegócio e dos engenheiros.
Para a entidade, o engenheiro agrônomo é a base do planejamento. Ele não é apenas o executor; é quem dá sustentação técnica à produção, cuidando da saúde do solo, do balanço de carbono e do manejo inteligente de sementes e tecnologias. É esse conhecimento que garante viabilidade e segurança à produção alimentar.
Mais do que um profissional técnico, o CREA-RS acredita que o engenheiro agrônomo carrega o chamado “DNA rural”, ao aliar conhecimento científico e visão estratégica para impulsionar a evolução do campo.






