
A influenciadora Virgínia Fonseca, 26 anos, chamou a atenção dos seguidores no último domingo (14) ao aparecer nas redes sociais com o rosto em "carne viva", visivelmente irritado após a realização de procedimentos estéticos.
As imagens, publicadas nos stories do Instagram, levantaram questionamentos entre internautas sobre o estado da pele da influenciadora.
Diante da repercussão, Virginia usou as redes sociais para tranquilizar os fãs. Segundo ela, a reação já era esperada, pois havia realizado um procedimento de radiofrequência monopolar, que pode causar vermelhidão imediata. Ela afirmou ainda que, apesar da aparência, o tratamento não oferece riscos de complicações à pele.
Tratamento em etapas
Nesta terça-feira (16), ela voltou a comentar o processo de recuperação após o procedimento estético e mostrou que o rosto vem apresentando melhora gradual.
No stories do Instagram, ela apareceu maquiada e afirmou que o aspecto da pele já está voltando ao normal.
"Vamos pensar aquilo: primeiro (estar) feia, para depois (estar) bela", escreveu.
Nas fotos, é possível observar que a vermelhidão do rosto está menos intensa.

O procedimento, conforme destacou a CNN, tem como objetivo melhorar a firmeza, a textura e estimular o processo de regeneração da pele. Segundo a influenciadora, o tratamento foi realizado em etapas.
Inicialmente, ela passou por um procedimento corporal no abdômen com o uso de radiofrequência para melhora a aparência da pele.
Em outro momento, realizou uma técnica facial indicada para acalmar a pele, reduzir inflamações e auxiliar na cicatrização. Por fim, a radiofrequência monopolar — responsável pela reação — foi utilizada com o objetivo de combater a flacidez e auxiliar na definição facial.
Por que a pele de Virgínia ficou vermelha?
A etapa final do tratamento foi a mais intensa, voltada para melhorar a textura da pele e acelerar a regeneração. Foi justamente esse processo que deixou o rosto de Virginia com o tom avermelhado.
Segundo a dermatologista Natalia Martins, esses procedimentos, que abalam a camada superficial da pele, podem gerar esse aspecto.
— Esse é o objetivo de alguns tipos de lasers mais agressivos. Fazem uma agressão para depois seguirem para uma organização e regeneração do tecido, melhorando, assim, a qualidade da pele. Neste caso, seria considerada uma reação controlada e desejada do laser — explica.
Cuidados
Para evitar que o laser gere consequências irreversíveis na pele, a profissional recomenda que os cuidados sejam sempre relacionados a uma boa cicatrização, para evitar infecções locais e cicatrizes que possam deixar a pele mais manchada.
— Em alguns casos, os pacientes devem realizar alguns tratamentos para preparo da pele e profilaxia de infecções, inclusive virais, como o herpes local — complementa.
Riscos
É importante ressaltar que procedimentos de pele, como o que foi realizado por Virginia, também podem trazer riscos para os pacientes. No entanto, quando feitos por profissionais qualificados e confiáveis, tendem a não apresentar grandes complicações, conforme ressalta a dermatologista:
— Todo procedimento pode acarretar algum tipo de complicação indesejada. Mas, quando bem indicados e realizados de forma segura, não apresentam grandes complicações.
*Produção: Laura Bender


