
O Rio Grande do Sul tem uma relação particular com o xis. É lanche, é programa, é madrugada, é pós-jogo, é encontro marcado. Cada cidade tem sua referência, cada bairro tem a sua história e cada cliente sabe exatamente a ordem do pedido, da maionese ao ponto da chapa. E foi justamente essa força cultural – cotidiana, barulhenta e absolutamente viva – que motivou o projeto Pepsi® Reis da Chapa, uma jornada que percorreu diferentes regiões do Estado para entender como esse clássico segue evoluindo sem perder identidade.
A essência do projeto parte de um princípio simples: teu xis, tuas regras. Cada um monta do seu jeito, cada lancheria tem suas manias e cada pessoa defende o lanche que considera perfeito. Sem ranqueamento, sem disputa oficial, sem coroação definitiva. A intenção nunca foi buscar “o melhor xis”, mas sim registrar os jeitos, os métodos, os sotaques e as pequenas manias que sustentam essa tradição tão própria do gaúcho. Quem manda no rango é tu, mas quem vive a rotina da chapa tem muito a ensinar.
A rota passou por Canoas – com Rapach & Romani e Xis Rei –, por Caxias do Sul – com Lanches da Gringa e Jaime Rocha –, por Santa Maria – com Santa Fé Lanches e Gulosão –, por Passo Fundo – com Xisaria do Ênio e Boka Lanches – e por Pelotas – com Circulu’s e Ronaldo Lanches. Em cada balcão, uma lógica. Em cada chapa, uma regra própria. Em alguns lugares o xis chega prensado, em outros vem aberto e suculento. Tem lugar que jura que maionese é a alma de tudo; tem cozinha que defende primeiro a carne, depois todo o resto. E foi observando essas diferenças que o projeto começou a revelar uma verdade simples: xis bom tem método.
Nos bastidores, a conversa sempre esbarrava em três pontos: o corte e o preparo, a velocidade da operação e a bebida que acompanha. E é aí que entra outro elemento indispensável. Para muitos donos de lancheria, Pepsi® Black bem gelada não é detalhe – é parte da experiência. A intensidade, a temperatura e o sabor equilibrado criam um contraste que faz sentido com a intensidade do lanche. Não é teoria. É prática de quem atende noite após noite.
A recepção do público confirmou a força desse tema. Os vídeos publicados no Instagram somaram mais de 210 mil visualizações e quase 17 mil interações, confirmando algo que quem mora no RS já sabe: xis não é só comida, é assunto. As pessoas comentam, discordam, defendem seus recheios preferidos e criam conversas infinitas sobre maionese, tamanho, mistura, formato e até embalagem. Essa troca virou combustível do projeto.
Por onde mais?
No fim, o Pepsi® Reis da Chapa deixa um retrato direto do que move esse universo: técnica, ritmo, repetição, memória e o compromisso de entregar um xis exatamente como o cliente imagina. A jornada mostrou que cada cidade tem seu jeito de prensar, temperar e montar. E, quando tudo chega quente na mesa, uma Pepsi® Black bem gelada completa o ritual do jeito certo.

E se o xis é assunto que nunca encerra, quais outras cidades fazem um xis que merece entrar nesse mapa? Quais são as casas, as chapas e os cozinheiros que contam essa história de outro ângulo? A conversa continua nas redes de Destemperados, onde também estão os episódios e os bastidores. No fim das contas, cada um sabe o sabor que procura, já que o lema é sempre o mesmo: teu xis, tuas regras.





