
É possível chegar aos 30 anos com maturidade, mas sem perder o espírito jovem? Mas é claro. É desta forma que o Planeta Atlântida se apresenta para celebrar as suas bodas de pérola com o público. Lançado em 1996, o tradicional evento do calendário do verão gaúcho foi palco para uma infinidade de histórias que, certamente, dariam um filme. Ou uma série.
É por isso que, neste sábado (22), será lançado o primeiro episódio do documentário Planeta Atlântida: 30 Verões Criando Memórias. A produção ficará disponível de forma gratuita e exclusiva na ATL TV, canal do YouTube da Atlântida. Ao longo de quatro episódios, levará o espectador para uma viagem no tempo que mostra como a alegria também pode ser passada entre gerações.
O primeiro episódio, Aventura, aborda detalhes da criação do evento, que ocorreu a partir de uma parceria com o Grupo RBS e a DC Set Group. O objetivo inicial era desenvolver um espaço com vários palcos, abrigando grandes nomes, mas, também, dando atenção para novos artistas. Tudo para comemorar os 20 anos da Atlântida justamente na praia que dá nome à rádio.
E se abrir as portas para diversos nomes da música não fosse o suficiente, os criadores do Planeta Atlântida ainda projetaram um evento que fosse interativo e multimídia, com uma parte recreativa incluindo atividades como escalada, pista de kart e, claro, a icônica roda-gigante. A grande aposta era em uma experiência imersiva. E, claro, deu certo.
— Tem que ter um nome que fale por si só, que seja muito maior do que a dependência de ter que anunciar um artista ou outro. Tem que ser uma coisa grande, tem que ser maior, tem que ser um planeta. E, assim, nesse papo de que tem que ser uma coisa grande, maior, veio na hora o Planeta Atlântida — conta Dody Sirena, sócio-fundador da DC Set Group em determinado momento do documentário.
Resgate
O Planeta Atlântida nasceu em 1996, em uma era anterior à popularização da internet, mas isso não impediu que muitos registros do evento fossem feitos, seja no jornal, no rádio ou na televisão. Esses materiais permeiam todo o documentário, intercalando os discursos atuais dos envolvidos na criação do festival com as imagens históricas da época.
Os perrengues pelos quais a organização passou para colocar o Planeta de pé — como o intenso trabalho de drenagem por conta de uma chuvarada —, passando pelos jovens pouco se importando em pisar no barro, até os repórteres recebendo banhos de espuma por parte do público. Tudo isso está presente no primeiro episódio da série, assim como a importância do legado de um dos criadores do evento: Renato Sirotsky (1959-2008).
— Tinha muito a vibração do Renato. Ele era um fazedor. Tinha ali uma coisa de time, de todo mundo pegar junto. E essa energia dele era uma coisa que contaminava a todos e todo mundo se sentia fazendo parte daquilo ali — observa Rodaika, comunicadora da Atlântida e que, na época, atuava como repórter na festa.
Pedro Sirotsky, que faz parte do Conselho de Gestão do Grupo RBS, complementa durante o documentário:
— O Renato era a alma do Planeta.
Na plateia e no palco
A produção também apresenta depoimentos de artistas que fazem parte da história do Planeta Atlântida. De Rogério Flausino, do Jota Quest, a Neto Fagundes, de Armandinho a Lucas Silveira, da Fresno. Este último, por sinal, nascido no Ceará, mas criado no Rio Grande do Sul, relembra que, antes de ser frequentemente uma atração do festival, era um planetário.
— Era uma coisa que marcava. Era o Planeta Atlântida e, depois, o Carnaval. Eram as duas coisas para as quais a gente juntava grana. Foi uma experiência formadora de adolescência. Primeiras grandes aventuras, o primeiro rolê de sair sozinho, de largar de tarde de casa. A gente ia a pé — recorda o músico na produção.
As imagens da primeira edição do evento ainda mostram os jovens da época empolgados para descobrir a festa, agrupando-se em casas ou quartinhos alugados em casas de famílias de Xangri-lá ou em cidades próximas ou, então, dormindo em ônibus. Tudo para curtir os shows, encontrar amigos ou se entregar para uma paixão — seja por apenas um verão ou para a vida toda.
— A música é a espinha dorsal do festival, mas o que acontece ao redor dele, não só lá dentro, faz parte de um rito de passagem dos jovens no Rio Grande do Sul, de poder fazer aquela festa com os amigos — destaca a diretora-executiva de Marketing e Entretenimento do Grupo RBS e head do Planeta Atlântida, Caroline Torma, na produção.
Veja o trailer:
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Em 2026, o Planeta Atlântida completa 30 anos e vai agitar o litoral norte gaúcho nos dias 30 e 31 de janeiro. Anitta, Alok, Matuê, Jota Quest e João Gomes são algumas das atrações confirmadas. Os ingressos estão disponíveis no site planetaatlantida.com.br e nas lojas Renner credenciadas.
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