Se em Toy Story (1995) Buzz Lightyear acreditava que era um patrulheiro espacial de verdade, por que, então, quando Andy entrava no quarto, ele ficava imóvel e se comportava como um boneco?

Esta pergunta é feita por fãs há anos — em vídeos, publicações nas redes sociais e fóruns de discussão. Para muitos, a situação era apontada como um furo de roteiro da animação da Disney/Pixar. Pois bem, mais de três décadas depois, uma resposta foi entregue.
Cuidado, leves spoilers sobre Toy Story 5 abaixo!
Em Toy Story 5, que chega aos cinemas nacionais nesta quinta-feira (18), existe um arco envolvendo um carregamento de bonecos tecnológicos do Buzz Lightyear que cai de um navio. Após o acidente, todos despertam.
Perdidos, mas acreditando serem patrulheiros espaciais, os brinquedos partem em busca do Comando Estelar. Na missão, o exército de bonecos percorre vários lugares — entre eles, um porto.
Quando um trabalhador do local está perto de encontrar o grupo de "Buzzes", os bonecos simplesmente ficam imóveis e caem no chão, como se fossem brinquedos — o que são, na verdade.
Só que o "congelamento", como os próprios brinquedos chamam o fenômeno no filme, é involuntário e gera espanto nos bonecos — afinal, eles acreditam que são mesmo patrulheiros espaciais. Depois do episódio, decidem, então, evitar os humanos para que a pane não ocorra novamente.
Ok, explicado!
Buzz Lightyear, mesmo sem saber que era um boneco em Toy Story, ficava parado quando Andy se aproximava de maneira involuntária. Quase como se fosse uma diretriz para os brinquedos.

Novo mistério
Certo, mas se ficar "congelado" quando um humano se aproxima faz parte de ser um brinquedo, como Woody, também no primeiro Toy Story, consegue se movimentar em frente ao sádico menino Sid e ainda falar com ele?
— Nós, brinquedos, podemos ver tudinho. Então, brinque direito! — disse o caubói ao garoto torturador de brinquedos, em cena emblemática do longa de 1995.
Bem, com Toy Story 5 temos uma pergunta de mais de 30 anos respondida. Só que, dela, vêm uma nova. Será que os fãs vão ter que esperar por mais três décadas?



