Em 3 de maio de 1626, padres jesuítas e povos guaranis construíram em uma área recém-descoberta um novo modelo de sociedade que deu contornos iniciais ao que viria a ser o Rio Grande do Sul. Eram os primeiros povoados missioneiros.
Quatrocentos anos depois, as ruínas de São Miguel Arcanjo, que representam os Sete Povos das Missões no imaginário popular, são o mais preservado conjunto arqueológico do período.
Com 83 metros de comprimento por 26 metros de largura e uma fachada arqueada à frente por uma inclinação de 1m50cm do teto ao chão, a igreja ostenta a imponência arquitetônica da época, um colosso erguido quase sem argamassa, em que as saliências de cada pedra de arenito encaixam à perfeição nas depressões da peça seguinte.
Nos infográficos, veja em imagens 3D a reconstrução da arquitetura da redução jesuítica de 400 anos atrás.

