
A Tukan apareceu antes do evento da convocação da Seleção Brasileira que disputará a Copa do Mundo. Camuflada, a picape acompanhou o ambiente festivo do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, onde Carlo Ancelotti anunciou a lista dos 26 jogadores que buscarão o hexa campeonato mundial de futebol.
Ao contrário da camuflagem tradicional xadrez em preto e branco, a da Tukan traz referências afetivas da cultura brasileira. Mistura símbolos ligados à música, futebol, natureza, celebração e identidade nacional.
Forte concorrência

A picape intermediária será produzida em São José dos Pinhais, no Paraná, e concorrerá com a Fiat Toro, a Chevrolet Montana, a Ford Maverick e nos próximos meses a Renault Niagara, entre outros modelos. Também com a líder Fiat Strada nas configurações de entrada.
Projeto brasileiro

Desenvolvida pela engenharia brasileira da montadora alemã, a Tukan compartilhará a plataforma MQB o Polo, Nivus, Vitus e T-Cross. Por sua flexibilidade, a MQB permite diferentes veículos a partir do ajuste das dimensões e da adaptação estrutural.
Primeiros detalhes

A picape intermediária trocará o eixo de torção dos irmãos compactos pelo eixo rígido com feixe de molas na suspensão traseira. O sistema permite maior capacidade de carga sem comprometer o conforto.
A nova picape também será o primeiro veículo Volkswagen com o nome estampado na tampa da caçamba.
Prováveis propulsores

Sem confirmação da Volkswagen, são previstos três conjuntos propulsores. As versões de entrada com cabine simples devem trazer o motor 200 TSI, 1.0 turbo flex com até 128 cv, as intermediárias o 250 TSI 1.4 turbo flex de até 150 cv e as topo de linha o 1.5 TSI Evo2 com sistema híbrido leve de 48 Volts e 150 cv .




