
Não é organização, desempenho coletivo ou superioridade clara, é um jogador. E é aí que entra a responsabilidade de Paulo Pezzolano.
A única diferença entre os dois hoje atende por um nome: Carlos Vinícius. É o centroavante que resolve sozinho. Que ganha no corpo, que finaliza, que transforma pouco em gol. É isso que separa Grêmio e Inter neste momento do Campeonato Brasileiro.
Se existe uma possibilidade de o Inter equilibrar esse cenário, ela passa por dar sequência a um centroavante. Passa por entender que a posição precisa de confiança, de minutos, de continuidade.
O nome é Alerrandro. Entrou, fez gol, competiu, fez o que se espera de um camisa 9. Se voltar para o banco agora, Pezzolano “mata” essa alternativa antes mesmo de ela se consolidar.
Do outro lado, o Grêmio roda o elenco, troca peças, mas mantém o seu centroavante. É por isso que ele decide e é por isso que ele faz gol. Se o Inter quiser mudar isso, tem que repetir o 9 em todos os jogos daqui para frente.
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