
O caminho que se desenha para o Internacional neste Campeonato Brasileiro é claro: muita dificuldade.
Vimos mais do mesmo contra o Atlético-MG e a grande verdade é que o elenco é fraco, as opções são limitadas e o time sente isso ao longo dos jogos. Vai ser um ano duro.
O grupo piorou em relação ao que já era limitado. Ainda assim, nesta partida disputada em Belo Horizonte, não dá para colocar toda a responsabilidade em Paulo Pezzolano.
O Inter criou chances. Chegou várias vezes ao gol adversário. O goleiro Everson fez quatro ou cinco defesas importantes durante o jogo.
Isso mostra que existe um modelo de jogo. O time consegue construir jogadas e chegar ao ataque. O problema aparece no momento decisivo: colocar a bola para dentro.
Na casamata
Pezzolano não é centroavante. O treinador faz o time trabalhar até a área. Dali para frente, a responsabilidade é dos atacantes.
Ainda assim, ele cometeu erros. O técnico errou na escalação inicial e nas escolhas para começar o jogo. Aguirre como ala não tem explicação.
O Inter só melhorou depois do intervalo, quando ajustou a equipe. O cenário geral, porém, continua preocupante.
Se o Inter quiser atravessar o campeonato sem entrar em desespero, precisa estabelecer uma meta clara: somar três pontos a cada dois jogos.
Por isso, o próximo compromisso virou obrigação. Contra o Bahia, no Beira-Rio, só a vitória interessa.
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