
O Inter venceu o Inter de Santa Maria por 2 a 0, mas saiu de campo sem convencer. O time apresentou bobeiras defensivas que lembraram o time do ano passado.
Bola nas costas do Bernabei, falha do Victor Gabriel e desorganização da linha defensiva. O Inter-SM teve, no primeiro tempo, pelo menos duas chances claras para empatar, o que preocupa.
Ofensivamente, Borré teve chances. Perdeu duas, uma delas claríssima, cara a cara com o goleiro. Um centroavante que custa R$ 1,8 milhão por mês precisa decidir esse tipo de lance.
Quando jogadores e ideias se repetem, a empolgação não aparece. Não existe mágica no futebol, um treinador novo pode até tentar implementar intensidade, marcação alta e transição rápida, mas sem qualidade, o sofrimento vem. E o Inter sofreu contra o Inter de Santa Maria.
Claro que há o desconto do início de temporada: perna pesada, ritmo baixo, time ainda voltando de férias. Isso pesa, mas, mesmo assim, a defesa teve problemas e, do meio para frente, não houve novidade alguma.
Em um dos poucos pontos positivos, Paulinho chamou atenção pela intensidade: participa do jogo, pressiona, dá o bote rápido e ajuda na ideia do perde e pressiona. Com a bola, não compromete.
Começar vencendo é sempre bom e marcar gols também. Félix Torres saiu feliz pelo gol, ainda mais sendo um jogador contestado. Mas, apesar de ser início de trabalho, o Inter precisa melhorar muito. Com essa atuação, esse time perde em casa para adversários mais fortes no Brasileiro.
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