
O Internacional vai ficar com Carbonero. A informação que não era conhecida é que o contrato com o Racing prevê o parcelamento dos 4 milhões de dólares, o que facilitou a operação e pesou na decisão do clube. Dentro da realidade financeira do Inter, esse detalhe foi determinante para que o negócio fosse concluído.
A discussão, porém, vai além do contrato. Carbonero serve ou não serve? Jogando bola, serve. É difícil encontrar no mercado um atacante de seleção colombiana, com nível competitivo, por esse valor. Dentro de campo, quando está focado, Carbonero entrega desempenho, velocidade e capacidade de decisão.
O problema nunca foi técnico, o problema é comportamental. O Carbonero indolente, que força cartões, se envolve em expulsões desnecessárias e perde o controle emocional, não serve. Essas atitudes custaram caro ao Inter e não podem se repetir.
Por isso, a permanência de Carbonero exige duas coisas. A primeira é dele: cabeça no lugar, foco e responsabilidade. A segunda é da comissão técnica: saber aproveitar o jogador da maneira correta, potencializando suas virtudes e corrigindo seus excessos.
Se isso acontecer, Carbonero pode ser importante. Se não, será apenas mais um problema em um elenco que já sofreu demais.
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