
Existe uma nuvem carregada sobre o Beira-Rio e ela não se dissipa. É pesada, constante e parece cada vez mais densa. Tudo o que envolve essa gestão parece dar errado e mesmo quando o time ensaia uma melhora, vem o golpe no fim.
Dessa vez, a culpa não é dos jogadores. Ao menos não é dos que começaram. Eles fizeram o que podiam. Hoje o Inter foi enfraquecido nas trocas. Ramon Díaz mexeu cedo demais, desmontou um time que estava funcionando e terminou com um time desfigurado. Não poderia ter tirado Borré.
Ramon desmontou o que tinha feito bem. Richard, Romero, Alan Rodríguez... O time enfraqueceu e cedeu um 2 a 0 de forma passiva dentro de casa.
Teve erro de arbitragem, que anulou um gol legítimo. Mas a direção, ao invés de cobrar, de bater na mesa, foi entregar camisa para o presidente da CBF.
E o torcedor já entendeu: ainda resta um ano e dois meses de sofrimento. Um ano e dois meses dessa tormenta que parece não acabar. É sentar e esperar. Apoiando, sempre!




