
Para celebrar a Páscoa, a Warner Bros. Pictures vai relançar nos cinemas Ben-Hur (1959), épico dirigido por William Wyler que é um dos três recordistas em vitórias no Oscar: recebeu 11 estatuetas douradas, façanha repetida décadas depois por Titanic (1997) e O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (2003).
Com três horas e meia de duração, o filme terá sessões limitadas entre os dias 2 e 5 de abril. A pré-venda de ingressos já está disponível em algumas salas, como as do Cinemark.
Ben-Hur conquistou o Oscar nas categorias de melhor filme, direção, ator (Charlton Heston), ator coadjuvante (Hugh Griffith), fotografia, montagem, direção de arte, figurinos, som, música original (de Miklós Rózsa) e efeitos especiais. Só perdeu em roteiro adaptado, para Almas em Leilão (1959).
A superprodução custou US$ 15 milhões (o maior orçamento de Hollywood até então), recrutou 8 mil figurantes e usou 100 mil trajes. O filme é baseado no romance publicado em 1880 pelo general Lew Wallace. Na trama, Judah Ben-Hur (papel de Charlton Heston) é um príncipe judeu que vive em Jerusalém à época de Jesus — e a trajetória do protagonista se entrelaça com a de Cristo.

Amigo de infância de um oficial romano, Messala (vivido por Stephen Boyd), Judah é injustamente acusado de atentado pelos invasores. Traído pelo companheiro, vai parar nas galés, e sua família cai em desgraça.
Judah jura vingança e acaba enfrentando seu nêmeses na célebre corrida de quadrigas (carro ou carruagem antiga de duas rodas, puxada por quatro cavalos alinhados lado a lado) no Circo Máximo de Roma. Entrementes, o filme destaca as mensagens de fé e perdão de Cristo.
É assinante mas ainda não recebe minha carta semanal exclusiva? Clique aqui e se inscreva na newsletter.
Já conhece o canal da coluna no WhatsApp? Clique aqui: gzh.rs/CanalTiciano






