
Estreia nesta terça-feira (10) na Netflix a segunda temporada da série One Piece, adaptação live-action do popularíssimo mangá criado por Eiichiro Oda em 1997.
Trata-se de uma aventura em alto-mar que acompanha o personagem Monkey D. Luffy (interpretado pelo carismático ator mexicano Iñaki Godoy) em sua jornada para encontrar o lendário tesouro chamado One Piece e se tornar o Rei dos Piratas.
Luffy tem uma arma secreta: após comer uma fruta que concede superpoderes, se transformou em um homem elástico. E tem uma equipe, os Chapéus de Palha: o espadachim Rorona Zoro (papel de Mackenyu), a navegadora Nami (Emily Rudd), o atirador Usopp (Jacob Gibson) e o cozinheiro Sanji (Taz Skylar).
Como a história em quadrinhos japonesa, que já vendeu mais de 500 milhões de exemplares ao redor do mundo, a primeira temporada da série, lançada em 2023, se tornou um fenômeno de audiência na Netflix: com quase 100 milhões de visualizações, alcançou o top 1 em 75 países.
Na segunda temporada, após libertar a ilha de Nami da tirania de Arlong, Luffy e sua tripulação seguem sua jornada rumo à Grand Line, a corrente oceânica perigosa e misteriosa que circunda o universo da saga. Ao longo dos oito episódios, os personagens vão, por exemplo, visitar o lugar onde o grande pirata Gold Roger foi executado e conhecer a baleia Laboon.

No final de fevereiro, GZH participou de uma entrevista coletiva com os atores Iñaki Godoy e Taz Skylar. Confira os principais trechos:
O palhaço Buggy diz no primeiro episódio da segunda temporada que a coisa mais poderosa do mundo não são armas, frutos do diabo e nem mesmo sonhos. São histórias. Qual é o poder da história contada em One Piece?
Iñaki Godoy: Bem, eu acho que One Piece é uma história com mensagens muito otimistas que podem inspirar as pessoas, e isso é algo grandioso e poderoso.
Taz Skylar: O que mais gosto na história é o fato de ninguém fazer algo grandioso sendo alguém que se encaixa. Ser um excluído é um pré-requisito para alcançar algo grandioso no mundo. Adoro que a história inteira seja repleta de excluídos fazendo coisas incríveis.
Houve alguma cena ou momento na série em que vocês sentiram uma responsabilidade maior de fazer tudo certo, sabendo o quão importante isso seria para os fãs de One Piece?
Iñaki Godoy: Um momento que eu realmente queria acertar foi o do Luffy na plataforma de execução, quando ele começa a rir na cara da morte. É um momento muito revelador sobre quem ele é. E é o tipo de coisa que talvez eu não consiga explicar por que acontece, e eu tenho minha própria ideia do porquê, mas é simplesmente assim que o Luffy é. Às vezes, ele é tão fascinante.
Taz Skylar: Eu não tenho nenhuma. Pessoalmente, raramente sinto pressão. Muitas vezes sinto, mas ao mesmo tempo a ignoro de propósito. Assim que começo a sentir pressão, meio que a ignoro propositalmente.

Iñaki, o autor do mangá One Piece, o japonês Eiichiro Oda, já disse que vê Luffy como um personagem brasileiro. Como você se sente por, de certa forma, representar o Brasil na série?
Iñaki Godoy: Eu acho muito legal que o Oda-san tenha pensado o Luffy como latino-americano. E sim, ele disse que o Luffy seria brasileiro. Consigo entender o porquê. Acho que a cultura brasileira e a energia brasileira combinam muito com o Luffy. E eu só tento dar o meu melhor. Espero que todos os fãs brasileiros se sintam orgulhosos de mim.
Taz, você já falou várias vezes sobre sua preparação física para a primeira temporada. Como foi o processo para esses novos episódios? Veremos cenas de ação ainda mais intensas nesses novos episódios?
Taz Skylar: Sim, nós vamos! A principal diferença entre a primeira e a segunda temporada, tentando ser conciso, é que a primeira temporada era sobre ir do zero a saber como chutar e executar todos aqueles movimentos da melhor maneira possível. Já na segunda temporada, o foco é desafiar a gravidade com esses movimentos. Então, pegamos todos esses movimentos que agora sabemos fazer, colocamos o personagem em cabos e o lançamos pelo ar para ver até onde conseguimos levá-lo, quantos giros extras conseguimos dar e quantas explosões conseguimos causar.
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