
No dia 3 de julho de 1985, estreou nos cinemas dos Estados Unidos um filme que virou um ícone do cinema-pipoca e uma referência sempre citada quando o assunto é viagens no tempo: De Volta para o Futuro (Back to the Future).
Dentro das comemorações do aniversário de 40 anos, esta mistura de aventura, comédia e ficção científica dirigida por Robert Zemeckis e estrelada por Michael J. Fox está de volta aos cinemas.
Em Porto Alegre, De Volta para o Futuro pode ser visto desde quinta-feira (6) no Cinemark Barra (19h40min), no Cinesystem Bourbon Country (13h), no GNC Iguatemi (21h45min) e, em versões dubladas, no Cinemark Wallig (19h40min), no Cinépolis João Pessoa (20h) e no GNC Praia de Belas (16h50min). O filme também reapareceu, no dia 1º de novembro, no menu da Netflix.
— Existe algo de muito humano em De Volta para o Futuro, e considero esse um dos motivos para que a franquia se mantenha viva na cabeça das pessoas nos últimos 40 anos — diz o crítico Rodrigo de Oliveira, da revista digital Almanaque 21, que em julho promoveu uma sessão festiva na Sala Paulo Amorim. — Quem nunca sonhou em voltar no tempo? Mudar algo que de alguma maneira o incomodava? Tentar de novo? No filme de Robert Zemeckis, essa curiosidade muito corriqueira vira uma aventura com doses generosas de ficção científica e comédia. É um daqueles filmes que dão asas à imaginação.
Na trama, o jovem Marty McFly (papel de Michael J. Fox) embarca em uma máquina do tempo criada pelo excêntrico doutor Emmett Brown (Christopher Lloyd) — que usou um carro do modelo Delorean — e volta para a década de 1950, quando ele ainda nem era nascido. A única maneira de garantir seu próprio futuro é fazer com que seus pais (vividos por Lea Thompson e Crispin Glover) se conheçam e se apaixonem.
De Volta para o Futuro concorreu em quatro categorias do Oscar: roteiro original (escrito por Zemeckis com Bob Gale), som, efeitos sonoros (a única conquista na premiação da Academia de Hollywood) e canção original (The Power of Love). O filme tornou-se o campeão de bilheteria em 1985, à frente de Rambo II e Rocky IV. No total, arrecadou mundialmente US$ 385 milhões e originou uma trilogia.

De Volta para o Futuro II (1989) faturou US$ 332,8 milhões, e De Volta para o Futuro III (1990) fez US$ 245 milhões. No primeiro, Marty McFly vai ao ano de 2015 resolver um problema familiar, mas a interferência de um velho inimigo no passado altera o destino de todos, e ele precisa voltar aos anos 1950 para consertar o estrago. No último filme da série, o protagonista ruma para o Velho Oeste, onde Doc Brown está metido em encrencas.
— Num mundo onde toda franquia é esgotada até a última gota, é salutar que Zemeckis e Bob Gale sempre tenham conseguido manter a trilogia intacta, como deve ser — comenta Rodrigo.
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